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Estou um pouco afastada daqui pois estava trabalhando em um período maior, ou seja, não tinha tempo direito para postar aqui. Porém acabou na quarta e agora estou de voltando. Estou organizando as mudanças do blog, pois sim, o blog vai mudar de nome, isso também justifica um pouco minha ausência. Esse restinho de semana será repleto de resenhas e algumas novidades. Mas fugindo das explicações, a resenha de hoje é de um livro mais do que fantástico.



Título: Fragmentados
Autor: Neal Shusterman
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 320
Gênero: Distopia, Suspense;
Sinopse: Em uma sociedade em que os jovens rejeitados são destinados a terem seus corpos reduzidos a pedaços, três fugitivos lutam contra o sistema que os fragmentaria .
Unidos pelo acaso e pelo desespero, esses improváveis companheiros fazem uma alucinante viagem pelo país, conscientes de que suas vidas estão em jogo. Se conseguirem sobreviver até completarem 18 anos, estarão salvos. No entanto, quando cada parte de seus corpos desde as mãos até o coração é caçada por um mundo ensandecido, 18 anos parece muito, muito longe.


Sempre fui uma grande fã de distopias, e como uma boa amante de livros, nunca perco um lançamento. A principio, o que me fez escolher esse livro, foi um teaser que a novo conceito lançou. Suspense nunca foi o meu forte em leituras, mas foi impossível parar de ler fragmentados. Neal, não poupa detalhes nas fragmentações, ambientações e descrições dos personagens. Passamos a acompanhar dois fugitivos, chamados de fragmentários, e um dízimo. Conhecemos a história de ambos e como foram destinados a fragmentação. Uma coisa que me chamou atenção na obra, foi que por ela ser em terceira pessoa, e os capítulos se alternar não apenas nós três mas em outros personagens, o enredo se torna mais amplo. As perspectivas, opiniões e situações, são vistas de formas diferentes, tornando tudo muito mais saboroso de ser lido.

Eu nunca seria grande coisa mesmo, mas, agora, falando estatisticamente, há uma chance maior de que alguma parte minha alcance a grandeza em algum lugar do mundo. Eu prefiro ser parcialmente grande a ser completamento imprestável.

Me peguei pensando em como seria um país com fragmentações, provável que eu no lugar deles também fugiria se fosse destinado a tal ato. O ocorrido é tão bem escrito, que praticamente podia avistar a cena se fechasse os olhos. Além disso, um outro acaso é levantado no livro, os de quem recebem as partes dos fragmentados. É muito assustador imaginar que você pode receber algum parte de alguém e ela ter auto-controle. Personagens bem escritos, com personalidades fortes e sobretudo história bem intercalada. Eu nunca tinha lido nada do Neal, mas agora quero devorar todos os livros que ele lançar. É um escrito completo, com uma escrita fácil e inteligente. Mas é claro que a editora ajudou bastante, afinal a capa ficou belíssima e descreve bem um aspecto particular do livro. Espero que tenha continuação, pois tem alguns pontos que preciso urgentemente de resposta.

[...] Risa pensa no Sr. Durkin. Com uma risada amarga, ela percebe que, no final das contas, pode ser que o desejo do professor se realize. Algum dia ele poderá ver as mãos dela tocando no Carnige Hall. Infelizmente, o restante de Risa não estará lá. 

Indico bastante o livro, não apenas por ser uma das melhores distopia que já li, mas sim pelo fato da boa dose de suspense exposto no livro. Chega a ser irônico, eu corro de livros escritos em terceira pessoa, porque muitas vezes fica algo superficial, mas esse, eu quero correr para ele e me agarrar a cada palavrinha dele. Você encara os obstáculos com os personagens, deseja que nenhum passe pela fragmentação, sofre de aflição quando eles passam por algumas situações, literalmente, você vive dentro do livro apenas lendo ele. Seja você uma amante de distopias ou não, você não vai consegui parar, ao menos que seu braço seja fragmentado. 

Resenha - Fragmentados

Por as 16:28
Estou um pouco afastada daqui pois estava trabalhando em um período maior, ou seja, não tinha tempo direito para postar aqui. Porém acabou ...
Olá, tudo bem?
Desculpem o atraso por postagens novas, o blog vai passar por mudanças e passei bons dias pensando sobre algumas coisas, mas enfim. Uma coisa nova é que algumas resenhas estarão com estruturas novas e serão mais recorrentes por aqui. Enfim, vamos a um livro que eu particularmente daria o que tenho de mais sagrado, as minhas borboletas.

Título: Eu te darei o sol
Autora: Jandy Nelson
Editora: Novo Conceito
Número de paginas:  384
Preço: de R$ 17,94 até R$ 34,90
Onde comprar: qualquer livraria fisica ou loja online;
Gênero: Romance, suspense, drama;
Sinopse: Noah e Jude competem pela afeição dos pais, pela atenção do garoto que acabou de se mudar para o bairro e por uma vaga na melhor escola de arte da Califórnia. Mal-entendidos, ciúmes e uma perda trágica os separaram definitivamente. Trilhando caminhos distintos e vivendo no mesmo espaço, ambos lutam contra dilemas que não têm coragem de revelar a ninguém. Contado em perspectivas e tempos diferentes, “Eu te darei o sol” é o livro mais desconcertante de Jandy Nelson. As pessoas mais próximas de nós são as que mais têm o poder de nos machucar.


(...)Era como se tivesse encontrado uma nova galáxia de imagens. Era como se tivesse me substituído.

Eu pensei muito sobre o que ia falar sobre esse livro, confesso que até agora ainda não encontrei palavras concretas para descrever-lo bem. Uma história que me cativou tanto, que até me ocorreu o fato de colocar a obra da Jandy no top da minha estante, ao lado das minhas queridas Jane Austen e Rainbow. A principio, nunca tive qualquer contato com as obras da autora em questão (Jandy) e para mim, sinto que comecei na sua escritora com o pé - bem grande e gordo - direito. Com Noah e Jude, passei a desmembrar melhor os valores da relação entre irmão, ainda mais gêmeos, no qual existe uma conexão fora do mundo notável. 

Adoro esse tipo de boca. Estou fazendo um rascunho rápido do rosto dele com meu dedo sobre minhas calças quando ele me percebe encarando-o e, em vez de olhar irritado para mim, ele pisca na minha direção, lentamente, para que não haja nenhum equívoco quanto a isso, depois volta sua atenção para os amigos, enquanto eu passo do estado sólido para o líquido.

Como uma leitora normal - e amante dos personagens -, ocorreu momentos em que me vi dividida entre escolher a Jude ou o Noah, e tentar, como leitora, descobri quem estava certo ou errado na história. Para começar, eu ainda não descobri isso. Depois de um acontecimento, um tanto destruidor, como o sol se apagar completamente na vida deles, ficou óbvio que nada seria do mesmo jeito que vinha sendo. Mentiras, mudanças e traições, passaram a ser refletidos nos novos sentimentos de ambos. Senti-me no beco sem saída e não sabia se culpava o Noah pelo que fez com a Jude, ou a Jude pelo que fez pelo Noah. O conflito estava instalado. 

Durante treze anos, a mamãe nos deixou desconcertados. Não tínhamos a menor ideia de quem ela tiraria da água primeiro. Até agora. E, sem trocarmos olhares, nós dois sabemos.

Jandy tem uma escrita muito particular, algo que não vi em outros livros que tenho na minha estante ou no meu arquivo do computador. O enredo em questão, não poderia ter sido mais incrível do que foi, sério, corte de fato o nome clichê ao se falar sobre o livro da Jandy. Em particular, escolhi o livro pelo título, pensei que se tratava de algum romance mirabolante, mas a maneira que o título se encaixa na história, não poderia ter sido outra, foi simplesmente muito bom. Eu gosto quando um autor sabe contemplar os leitores com o verdadeiro sentido da sua obra. Além disso, as descrições são tão detalhadas, que as imagens se formavam na minha imaginação sem minha permissão, era como um estalo e puf, a imagem aparecia mais real que tudo. 

Tirei do meu irmão o que ele mais queria no mundo. Que tipo de pessoa faz uma coisa assim?

Uma coisa marcante no livro é que ambos são desenhistas, desde que comecei a ler, não existia outra que coisa que eu não quisesse fazer, se não desenhar. Em alguns trechos Noah descreve que ao desenhar, consegue visualizar a alma das pessoas, como eu queria que ele visse a minha. Os personagens são bem estruturados, maleáveis e o melhor de tudo, são reais. Diferente de diversos livros, você pode enxergar o Noah ou Jude em algum amigo seu, ou até em você mesmo, a natureza deles parecem não fazer parte da ficção. Os mistérios que cerca o que ocorreu entre eles - e as vezes a maneira de querer culpa alguém por tudo que tá acontecendo - são os atrativos principais que lhe convidam a continuar a obra, sem querer que aja um ponto final nela. A cada capítulo uma nova descoberta, um novo rumo que a história toma e isso faz qualquer leitor ir as nuvens. 
Olha eu aqui de novo, tá tudo bem com vocês?
A postagem de hoje é mais uma resenha de um livro que me surpreendeu de forma maravilhosa. O livro foi cedido em parceria com a editora butterfly. 

Título: O Segredo de Indie
Autora: Tara Taylor & Lorna Schultz N.
Editora: Butterfly
Número de paginas:
Preço: R$ 34,90
Onde comprar: qualquer livraria fisica ou loja online
Gênero: Romance, Juvenil;
Sinopse: “O Segredo De Indie” é a história de uma garota comum que frequenta a escola, tem um grupo de amigas, toca guitarra e é apaixonada pelo novo garoto que acabou de chegar no colégio. Porém... Ela tem algo diferente. Desde criança, Indie vê e sente coisas que ninguém mais vê ou percebe: são espíritos e visões sobre seus amigos e sua família. Sabe o que vai acontecer com eles e não tem como evitar. Ela luta desesperadamente contra esse dom e o esconde de todos, esperando que um dia ele desapareça. Afinal, como toda garota de sua idade, Indie tem um mundo de descobertas pela frente e quer viver exatamente como qualquer pessoa “normal”. Mas será que esse é o seu caminho? Deixe-se envolver por estas páginas para desvendar os mistérios e os segredos de uma garota comum... Mas, ao mesmo, tempo muito especial.

Adorava ficar no quarto criando músicas. Compunha coisas que me faziam sentir o que mesmo? Parte do mundo? Ou alguém totalmente fora dele?

Sabe quando você escolhe um livro, não sabe como ele será e ele acaba se tornando uma leitura extraordinária? Foi assim comigo ao ler O Segredo de Indie. Indie é uma garota que não tem muitas amigas, só quer saber de tocar guitarra e tem algo especial, ela tem visões. A loucura toda começa quando ela tem uma visão do namorado da sua melhor amiga e não sabe se deve avisa-la ou não sobre o que viu. Entre esse dilema, ela tenta achar uma maneira de chamar a atenção do John, um garoto que ela é apaixonada a um tempo. Vendo uma chance de tentar salvar sua amiga de uma traição e chamar a atenção do John, ela acaba indo a uma festa com o namorado da sua melhor amiga, porém o que ela não podia imaginar era que teria uma visão que mudaria o rumo de toda a sua história. 

-Mas meus anjos me disseram que algumas pessoas continuam a vagar na terra. São os fantasmas. 

De uma maneira incrível, as autoras trazem a história da querida e sarcástica Indie. A leitura do livro é muito fácil, você acaba o livro no mesmo dia e fica se perguntando o que será que vai acontecer depois. Os personagens tem aspectos marcantes e únicos, eles são tão especiais que os secundários passam a ter tanta importância quanto a principal. O enredo é bastante progressivo e muito bem escolhido. Tem momentos que eu odiei a Indie de forma muito grande, pelo fato de que ela acaba se tornando uma pessoa sem opinião e vontades próprias por causa do John. Eu gosto mais das personagens teimosas e revolucionárias, mas mesmo com isso ela conquistou um espacinho no meu coração. Indie em alguns momentos me fez lembra de quando eu tinha 12 anos, que escrevia no meu caderno dentro de corações gigantes o meu nome e do menino que eu gostava, ou quando eu só queria ser notada por ele. Porém, ao contrário de mim, ela é determinada e corre atrás daquilo que gosta, é extremamente sincera e não demora muito para decidir algo. Ela é a personagem que eu queria ser. 

Fechei os olhos e cantei a letra inteira pensando em John. Ele era tudo para mim. Eu não tinha como evitar. As meninas não entendiam, mas como poderiam? Nunca tinham se apaixonado de verdade.
"Você tem um caminho a seguir. Essas visões não acontecem por acaso" 

O dom dela é outra coisa que amei no livro. Não é algo comum vê temas assim em livros juvenis e ainda mais da maneira como elas trouxeram. Nota dez para a criatividade. Para minha tristeza,  haverá continuação, mas ainda não foi confirmado uma publicação no Brasil, só apenas a edição em inglês. Eu digo tristeza, pois apesar que gostei muito da história, muito mesmo, acho que uma continuação estragaria tudo que elas criaram. Sabe, o final para mim foi a melhor coisa de todas, ela deixou de  ser algo, parecia uma borboleta que finalmente saiu do casulo e começou a escrever sua história com suas próprias mãos.
Oi pessoal, tudo bem?
Como foi o final de semana? Muita praia, sol, sombra e água fresca? hahahaha. Hoje estou trazendo uma resenha de um livro que lançou no começo desse mês. Na realidade eu só ia fazer essa resenha em conjunto com os outros livros da série, mas como to fazendo uns ajustes com o blog, resolvi soltar logo essa resenha. A resenha de hoje também terá uma estrutura diferente, espero que vocês gostem. Agora vamos parar de enrolação e simbora para a resenha, que hoje tem! 



ATENÇÃO SE VOCÊ AINDA NÃO LEU A SÉRIE A SELEÇÃO, ESSA RESENHA CONTÉM SPOLIER.

Título: A Herdeira (The Heir) 
Autora: Kiera Cass
Número de páginas: 390
Preço: R$ 29,90
Editora: Selo Seguinte
Gênero: Romance, Fantasia; 
Onde Comprar: Qualquer livraria física ou virtual
Sinopse: Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, a filha mais velha do casal. Criada para ser uma líder forte e independente, ela nunca quis viver um conto de fadas como o de seus pais. Por isso, antes de conhcer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, a jovem está totalmente descrente.  Mas, assim que a competição começa, a situação muda de figura, e Eadlyn percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto imaginava.



Para mim, esse livro dispensa apresentações. Sou uma grande fã da série A Seleção e quando terminou o último livro com a morte de alguns personagens importantes, a escolha da America e ainda o fim da rebelião, eu fiquei ansiosa para ler o que aconteceria depois.  Eu só não esperava que fosse a história dos filhos do Maxon e America. Eadlyn tem a personalidade teimosa da mãe e a fortaleza do pai, trazendo uma menina cheia de virtudes, mas que por precaução, ela esconde tudo isso e quem não a conhece direito diz que ela é uma menina fria e egoísta. 


No começo do livro, eu tinha uma visão totalmente diferente da Eadlyn, mas aos poucos você percebe o quanto ela se parece com a America em tudo. Quando comecei a ler A Seleção, eu odiava a America e tudo que ela fazia, lógico que com o tempo eu só queria ser como ela, mas em America, teimosia era seu nome do meio. A Eadlyn também é assim. Assim como a America, Eadlyn acha que mostrar algumas de suas virtudes é uma forma de demonstrar fraqueza ao próximo, mas isso estar longe dela, pois ninguém é mais poderoso que ela e não será o próximo a ocupar o trono. Na realidade mesmo, a Eadlyn é totalmente a America se ela tivesse nascido rica.


Quando foi anunciado que haveria outra Seleção, a Eadlyn só queria arrumar um jeito de mandar todos embora, ela não precisava de ninguém para governar junto com ela, ela podia fazer isso sozinha. Esse livro traz algo em comum e ao mesmo tempo diferente dos outros. A Seleção é o ponto chave da relação entre os quatro livros, mas o modo como ela é vista é que torna tudo mais saboroso de ler. Passamos os três primeiros livros torcendo para que o Maxon escolha a America, nesse rezamos para que a Eadlyn não mande embora o nosso favorito. O jogo inverteu. 


Com A Herdeira, passamos a entender melhor o outro lado, o lado do que seleciona. A Eadlyn nos mostra o lado da realeza, o que eles fazem para distingue o porque um deve ser escolhido e o outro não. Também notamos o quanto ela é sacrificada por suas escolhas ou sua maneira de eliminar a alguém, ela não entende porque ela não pode fazer aquilo quando seu pai já fez também. Kiera traz a tona um mundo completamente novo. Confesso que apesar da história ser praticamente do jeito que imaginei, com selecionados tão maravilhoso que fica dificil de escolher um só, mas não é só flores que o livro me trouxe. No inicio da leitura eu simplesmente não consegui entender aonde eu estava que os personagens amadureceram tanto, claro que sabemos que passou vinte anos, mas como uma leitora que se envolve muito na história, eu esperava acompanhar todo esse processo. O meu querido Asper, virou o General Leger.


Eu acho a escrita da Kiera de uma forma única, além de ser super fácil de ler, ainda é cheia de ironia. O enredo escolhido não podia ter sido outro, apesar que eu não esperava outra seleção, esperava tudo menos outra seleção.. e principalmente a America apoia isso. Gente, a menina virou uma rainha mesmo. Como a história é contada pela Eadlyn, fica difícil saber o que se passou anos atrás, mas espero que os contos cubram essa lacuna. Agora o que me resta - a vocês também-, é esperar pelo o próximo e o último livro da série - infelizmente, está chegando ao fim-, e rezo muito para o meu escolhido também ser o escolhido da Eadlyn, não vou suportar se ele sai mesmo do palácio. Espero que a Eadlyn descubra o que aconteceu na história de seus pais e ela perceba que não foi um conto de fadas como ela pensa que foi. E lógico, espero que ela também tenha seu final feliz, vida longa a próxima rainha. 

Resenha - A Herdeira

Por as 04:00
Oi pessoal, tudo bem? Como foi o final de semana? Muita praia, sol, sombra e água fresca? hahahaha. Hoje estou trazendo uma resenha de um...
Oi galerinha, beleza?
Na resenha de hoje trago a continuação da série Perdendo-me, que já foi resenhado aqui. Eu já li esse livro, mas li ele traduzido antes mesmo da Novo Conceito anunciar o lançamento dele. Chegou essa semana o exemplar e apenas fiz uma releitura dele.

Título: Fingindo
Autora: Cora Carmack
Número de páginas: 336
Preço: R$ 20,90
Editora: Novo Conceito
Gênero: Amor, Humor, Erotismo, Drama;
Onde Comprar: Saraiva 
Sinopse: Meu nome é Cade Winston. Aluno de mestrado em belas-artes, voluntário, abraçador de mães e seu namorado pelas próximas vinte e quatro horas. Prazer em conhecê-la. Com seus cabelos coloridos, tatuagens e um namorado que combina com tudo isso, Max tem exatamente o estilo que seus pais mais desprezam... E eles nem sonham que a filha vive assim. Ela fica em apuros quando seus pais a visitam na faculdade e exigem conhecer o futuro genro . A solução que Max encontra para não ser desmascarada é pedir para um desconhecido se passar por seu namorado. Para Cade, a proposta veio em boa hora: é a chance que ele esperava para acabar com a sua fama de bom moço, que até hoje só serviu para atrapalhar sua vida. Um faz de conta com data marcada para terminar... E um casal por quem a gente vai adorar torcer. Fingindo vai seduzir você.

- Pelo menos você parou de fingir. Muitas pessoas não param. 

Cade sempre foi apaixonado por Bliss, mas era óbvio que o bonitão britânico já tinha ganhado seu coração, restando apenas se conformar em ser um bom amigo. Tentando superar ver um grande amor viver nos braços de outro, Cade procura formas de se esquivar dos convites de Bliss para cafés, visitas a sua casa e passeios de amigos. Em mais um dia, Cade estava na sua cafeteria rotineira quando a notou. Com cabelos vermelhos, tatuagens que seguiam até por dentro de sua blusa, mas ela estava com um namorado que combinava muito com seu estilo, mas parecia não gostar dela. Cade desistiu de imediato, afinal ela já tinha alguém. Ele e sua mania que se interessa por meninas impossíveis. Contudo algo inédito aconteceu, quando seu namorado foi embora, ela se aproximou dele e lhe pediu algo inusitado, fingir que ele era o seu namorado para seus pais que estavam na cidade. Mas o que ambos não sabiam era que quem muito finge acaba acreditando e gostando de verdade.

Nunca tinha saído com uma garota como ela, e provavelmente ela nunca saiu com um cara como eu. Mas às vezes você não sabe o que está buscando até que é golpeado em cheio nas costas.

A Continuação de Perdendo-me não poderia ter enredo melhor do que a história do Cade. No primeiro livro ele sofre bastante por causa da Bliss e confesso que meu coração apertou bastante durante o livro por causa dele. Ele é meu personagem favorito. Nesse novo livro, ele vem mais ousado, você entende seus sentimentos, dificuldades e trilha que ele pretende segui. Apesar de um bom moço, "menino de ouro", a autora trouxe ele mais soltou no enredo mas sem perder a essência que ele tinha e que era percorrida durante o primeiro livro. Outra coisa que chama muito atenção durante o livro é o quantos a Max e o Cade são opostos em tudo e ao mesmo tempo se parecem muito. A leitura é muito fácil e limpa, no sentido que não contém contexto complicados de se ler. 

- Você não vai querer brincar disso, querido
No livro, o erotismo existe mas não é tão exposto, tão vulgar. Ela consegue trazer o tema de maneira suave, quase como rotineiro, não de maneira vulgar como algumas autoras de grande sucesso transcrevem nos seus livros. Max, apesar da figura forte que tenta passar, é uma menina frágil, sensível, ela faz uma reescritura de praticamente todas as meninas, você acaba se sentindo a Max. Já com o Cade, ele sempre costumava deixar as pessoas partirem, acho que muitos já foram assim e isso é algo extraordinário, a Cora traz personagens da vida real. O Livro é muito melhor que o primeiro, mais erótico, cheio de altos e baixos. Costumo dizer que é um livro para ser lido uma, duas, três, quinze vezes sem não estar sentindo um pingo de cansaço ou chatice por ler-lo tantas vezes.